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31 Mar 2019 11:53
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<h1>Brasileira Vai Presidir Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional Da Vinha E Do Vinho - &Eacute;poca NEG&Oacute;CIOS</h1>

<p>Palavras chave: Indisciplina, Inspetor Escolar, Entendimento. A indisciplina pela institui&ccedil;&atilde;o vem sendo t&oacute;pico amplamente debatido pelos profissionais nela inseridos. Esta norteia todo o descontentamento com a educa&ccedil;&atilde;o, provocando desprezo, aliada a aus&ecirc;ncia de preparo dos agentes educacionais. Parrat-Dayan (2008) conceitua a disciplina como “um conjunto de regras e obriga&ccedil;&otilde;es de um acordado grupo social e que vem acompanhado de san&ccedil;&otilde;es nos casos em que os fundamentos e/ou obriga&ccedil;&otilde;es forem desrespeitadas.”(p.20).</p>

<p>Para Tiba (1996), a disciplina escolar &eacute; um conjunto de regras que devem ser obedecidas para o &ecirc;xito do aprendizado escolar. Por isso, ela &eacute; uma peculiaridade de relacionamento humano entre o corpo docente e os alunos numa sala de aula e, consequentemente, pela institui&ccedil;&atilde;o. De acordo com Paulo Freire, h&aacute; uma marcante diferen&ccedil;a entre obedi&ecirc;ncia, indisciplina e autodisciplina.</p>
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<li>Universidade Federal de Rond&ocirc;nia</li>

<li>Cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o</li>

<li>01 ag&ecirc;ncia banc&aacute;ria (Santander)</li>

<li>Formul&aacute;rio de Indica&ccedil;&atilde;o da Banca de Doutorado</li>

<li>Semin&aacute;rios Tem&aacute;ticos</li>

<li>Set/2003 a set/2004</li>

<li>Fundaci&oacute;n Hector A. Barcel&oacute;</li>

</ol>

<p>Eu come&ccedil;aria por discursar que, pra mim, toda obedi&ecirc;ncia envolve autodisciplina. N&atilde;o h&aacute; obedi&ecirc;ncia que n&atilde;o gere ao mesmo tempo o movimento de dentro para fora, como n&atilde;o h&aacute; uma obedi&ecirc;ncia verdadeira se n&atilde;o h&aacute; compet&ecirc;ncia. O sujeito da disciplina necessita de se disciplinar. Eu diria que h&aacute; duas disciplinas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vezes contradit&oacute;ria, que marcam a diferen&ccedil;a com a indisciplina. Ou seja, pela indisciplina, tu n&atilde;o tens autodisciplina nem obedi&ecirc;ncia. Isto &eacute;, a indisciplina &eacute; a licenciosidade, &eacute; o fazer o que pretendo, visto que desejo.</p>

<p>A obedi&ecirc;ncia &eacute; fazer o que posso, o que devo e o que preciso fazer. Fazer o que &eacute; poss&iacute;vel na disciplina, tornar poss&iacute;vel o que nesta ocasi&atilde;o &eacute; irreal diz respeito obrigatoriamente &agrave; vida interior da pessoa. &Eacute; dessa forma que eu vejo o movimento interno e externo da obedi&ecirc;ncia. E pra isso acho que a presen&ccedil;a da autoridade &eacute; Hora De Atacar Os problemas G&ecirc;meos . Percebe-se que no fato atual existe uma vis&atilde;o equivocada da figura do inspetor como integrante da equipe escolar.</p>

<p>Conclui-se que a modifica&ccedil;&atilde;o de paradigma pra um novo assistir a respeito do papel desse profissional &eacute; imprescind&iacute;vel. Finoto (2010), anuncia que a Inspe&ccedil;&atilde;o Escolar aparece, pela primeira vez, pela legisla&ccedil;&atilde;o do Ensino em 1932, na reforma de Campos do Ensino Secund&aacute;rio (Decreto - Lei n&ordm;. Em 1934 surge a figura do Fiscal Eterno respons&aacute;vel pela inspe&ccedil;&atilde;o dos estabelecimentos de ensino normal do Sistema Estadual de Ensino de Minas Gerais (Decreto n&ordm;11. 1974, pela vig&ecirc;ncia da Lei Estadual n&ordm; 6. 277/setenta e tr&ecirc;s - 1&ordm; Estatuto do Magist&eacute;rio (Cf. par&aacute;grafo &uacute;nico do post 10, do Decreto n&ordm;.</p>

<p>Em 1942 a 1946 surgem numerosas Leis Org&acirc;nicas, no entanto a &uacute;nica que tratava da Inspe&ccedil;&atilde;o &eacute; a Lei Org&acirc;nica do Ensino Secund&aacute;rio conforme o Decreto - Lei n&ordm;. Como Atravessar No Concurso MPU? de Diretrizes e Bases da Educa&ccedil;&atilde;o Nacional (Lei n&ordm;. T&atilde;o logo foi efetivada a transpar&ecirc;ncia pra responsabilidade dos Estados, dos encargos de autorizar o funcionamento, reconhecer e inspecionar os estabelecimentos de ensino m&eacute;dio, conforme Portaria Ministerial n&ordm;. 713, de 30/11/1967 e Aviso MEC, n&ordm;. 652 GB, de 14/12/1967, a Secretaria de Estado da Educa&ccedil;&atilde;o de Minas Gerais baixou a Portaria n&ordm;.</p>

<p>91/sessenta e oito de 27/04/1968, estabelecendo normas pra inspe&ccedil;&atilde;o eterno dos estabelecimentos de ensino m&eacute;dio do Sistema Estadual de Ensino. Na realidade, antes da Reforma Universit&aacute;ria de 1968, Lei n&ordm;. 5.540 de 28/11/ 1968, a inspe&ccedil;&atilde;o era feita por elementos sem habilita&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica. Diante disso, a inspe&ccedil;&atilde;o poderia ser exercida no Estado, por professores de ensino m&eacute;dio e at&eacute; por portadores de diploma de curso superior, muitas vezes sem nenhuma liga&ccedil;&atilde;o direta com os problemas educacionais. E ainda houve data em que a inspe&ccedil;&atilde;o dos estabelecimentos do antigo ensino secund&aacute;rio era feito por elementos a quem competia t&atilde;o apenas fiscalizar provas exames e assinar pap&eacute;is que n&atilde;o tinham nenhuma meta pr&aacute;tica e efetiva pra a faculdade.</p>

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